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Foto tirada hoje de propósito para esta postagem
Clique na rã para ela coaxar
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Eu queria ser simples como as rãs nos charcos
Ver de longe partirem os barcos
Numa manhã qualquer.
Meu Deus, deixa-me repousar um pouco.
Quero inexistir-me sem sobressalto,
Diluir-me no ar líquido que a manhã destila.
Meu Deus, deixa-me ser a brisa que agita neste
Instante as folhas das palmeiras,
A brisa que houve
E já não há.
Lídia do Carmo Ferreira

1 comentários:
Olá Maria Emilia,
Parabéns pela postagem. Você teve muito bom gosto na escolha deste pequeno e belo poema de Lidia do Carmo.
Um abraço,
Dalinha
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